Jovem Guarda / iê-iê-iê
Desde 1965 · 25 artistasO rock jovem da TV Record com Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa; calhambeques e brotos.
Começou com versões de rock'n'roll em 1955, virou Jovem Guarda nos anos 1960, psicodelia com Os Mutantes, e explodiu nos anos 1980 com o 'BRock' de Legião Urbana, Titãs e Paralamas. Tem metal de exportação (Sepultura, Angra), hardcore, manguebeat, emo e um indie vigoroso.
Se você gosta de rock em qualquer vertente, há um equivalente brasileiro aqui: do pós-punk ao stoner, do metal ao shoegaze.
O rock jovem da TV Record com Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa; calhambeques e brotos.
Dos Mutantes e Raul Seixas aos Boogarins: a psicodelia brasileira nunca parou.
O Terço, Som Imaginário, Casa das Máquinas e Bacamarte nos anos 1970.
Sá, Rodrix & Guarabyra misturaram rock, folk e viola caipira; Zé Geraldo seguiu a estrada.
Made in Brazil, Patrulha do Espaço, Dr. Sin e a nova leva de bandas em inglês.
A geração do Rock in Rio de 1985: Legião, Titãs, Paralamas, Barão, Capital, RPM, Kid Abelha, Blitz, Ultraje.
Blitz, Ira!, Plebe Rude, Metrô e Zero; o som de Brasília e São Paulo no início dos anos 1980.
A capital gerou Aborto Elétrico, Legião Urbana, Capital Inicial, Plebe Rude, Raimundos e Scalene.
Engenheiros do Hawaii, Nenhum de Nós, Os Replicantes, Cachorro Grande e Fresno: a 'invasão gaúcha'.
Cólera, Inocentes, Garotos Podres e Ratos de Porão; São Paulo foi a capital do punk latino-americano.
Stress, Viper, Angra, Shaman e Hibria: o metal melódico brasileiro, com Andre Matos como voz símbolo.
Vulcano, Sepultura, Sarcófago, Korzus, Krisiun, Nervosa e Crypta; Belo Horizonte e São Paulo são capitais do metal extremo.
Recife, anos 1990: maracatu, rock e hip-hop com Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A.
Planet Hemp, O Rappa, Charlie Brown Jr. e Tihuana dominaram os anos 1990–2000.
Dead Fish, CPM 22, Garage Fuzz e Sugar Kane; gravadoras Deckdisc e Hearts Bleed Blue.
Fresno, NX Zero, Hateen e Dance of Days; o emo brasileiro teve mainstream próprio em 2006–2010.
Strike, Restart, Fake Number; o 'happy rock' colorido do fim dos anos 2000.
Gloria, Menores Atos, Bullet Bane, Project46.
Los Hermanos abriram a porta; depois O Terno, Terno Rei, Boogarins, Vanguart, Maglore e Jovem Dionisio.
Pitty, Detonautas, Scalene, Supercombo, Far From Alaska.
Goiás é o epicentro (Black Drawing Chalks, Dry, Hellbenders); dezenas de bandas em todo o país.
O Surto, Reação em Cadeia, Malta, Ego Kill Talent.
Cena fértil dos anos 2010: Terno Rei, Loomer, Lupe de Lupe, Gorduratrans e dezenas de projetos.
Dos Baobás aos Autoramas e ao Cachorro Grande; hoje Karen Dió e Violet Soda.
Paralamas, Skank e Forfun no mainstream; uma cena independente de ska em várias cidades.
Lulu Santos, Roupa Nova, Kid Abelha, Skank, Jota Quest, Lagum: o rock que toca no rádio.
Ultraje a Rigor, Mamonas Assassinas, Velhas Virgens, Massacration, Pedra Letícia: humor é tradição no rock brasileiro.
Oficina G3, Rosa de Saron, Resgate e Catedral.
Primeiro grande sucesso juvenil ligado ao rock no Brasil; abriu caminho para a Jovem Guarda.
Estreia que fundou o samba-rock, com "Mas Que Nada" e "Vem Morena".
Consolidou o ícone juvenil e deu nome ao movimento, entre iê-iê-iê e baladas.
Trilha do filme homônimo; auge da Jovem Guarda e do rock no mainstream.
Entre os 100 maiores discos da música brasileira (Rolling Stone Brasil, 2007).
Entre os 100 maiores discos da música brasileira (Rolling Stone Brasil, 2007).
Psicodelia, MPB e experimentos de estúdio, com "Panis et Circenses" e "Bat Macumba".
Manifesto sonoro da Tropicália com Caetano, Gil, Gal, Tom Zé e Os Mutantes.
Entre os 100 maiores discos da música brasileira (Rolling Stone Brasil, 2007).
Psicodelia madura e canções que viraram clássicos.
Disco raro e psicodélico que une progressivo e MPB.
Banda ligada a Milton Nascimento; psicodelia, jazz-rock e experimentalismo mineiro.
Rock'n'roll, soul e MPB na busca do artista por novas sonoridades.
Entre os 100 maiores discos da música brasileira (Rolling Stone Brasil, 2007).
Rock e pop misturados a samba, baião e choro; citado entre os maiores discos brasileiros.
Álbum duplo que combina música mineira, jazz, MPB e rock.
Gravado no exílio em Londres: reggae, progressivo e funk com MPB.
Início da carreira solo e da persona "maluco beleza"; rock, baião e blues.
Folk-rock, MPB e psicodelia com a performance andrógina de Ney Matogrosso.
Fase experimental, misticismo e crítica social; seu disco mais vendido.
Primeiro solo após os Mutantes, carregado de psicodelia.
Apontado como o maior clássico do progressivo brasileiro.
Consolidou Rita Lee no rock, com "Ovelha Negra".
Transição para o progressivo, com temas esotéricos.
Entre os 100 maiores discos da música brasileira (Rolling Stone Brasil, 2007).
Soul, funk e rock psicodélico na fase da Cultura Racional.
Um dos primeiros discos de progressivo do Rio Grande do Sul.
Blues pesado e letras irônicas; referência do underground paulistano.
Pop-rock, reggae e humor que detonaram o boom do BRock.
Estreia de rock urbano cru com Cazuza e Frejat.
Sarcasmo e letras diretas; clássico do rock contestador.
Base da sonoridade da banda: ska, reggae e rock, com "Vital e Sua Moto".
Considerado o primeiro punk-hardcore da América Latina.
Grande disco do pop rock dos 80 que abriu espaço para mulheres no rock.
Oito das dez faixas viraram hits de rádio.
Estreia dos oito integrantes, punk e new wave com "Sonífera Ilha".
Pop-rock delicado com "Fixação" e "Como Eu Quero".
Estreia solo e início da aproximação com a MPB.
Renato Russo como voz da geração; pós-punk e new wave.
Fundamental para o punk brasileiro, com "Papai Noel Velho Batuta".
Humor ácido e letras críticas; primeiro disco de ouro e platina do rock nacional.
Sintetizadores e produção sofisticada; grande sucesso de vendas.
Mais pop e acessível; crítica ao papel da mídia.
Raivoso e politizado; para muitos críticos o maior disco dos anos 80.
Punk e pós-punk, com "Música Urbana" e "Veraneio Vascaína".
Consagrou a banda no pop rock nacional.
Maior sucesso da banda, com "Tempo Perdido" e "Eduardo e Mônica"; mais de 1 milhão de cópias.
Estreia gaúcha, letras existenciais; marco da "invasão gaúcha".
Mini-LP politizado produzido por Herbert Vianna.
Punk rápido e furioso, com "Surfista Calhorda".
Punk politizado e pacifista; sucesso de um selo independente.
Gravação ao vivo com teclados; um dos mais vendidos da indústria.
Entre os 100 maiores discos da música brasileira (Rolling Stone Brasil, 2007).
Consolidou Edgard Scandurra como compositor; pós-punk e pop rock.
Consolidou a sonoridade do grupo; favorito dos fãs.
Rock, pop e new wave com "Vida Bandida" e "Me Chama".
Um dos mais aclamados, com "Ideologia", "Brasil" e "Faz Parte do Meu Show".
Disco ao vivo icônico da fase solo, com canções que viraram hinos.
Humor ácido e erotismo em rockabilly, garage e punk.
Letras filosóficas de Gessinger, com "Terra de Gigantes".
Um dos discos mais experimentais da banda.
Fase introspectiva, com "Pais e Filhos".
Primeiro metal melódico brasileiro a ganhar atenção fora do país.
Auge da fase áurea da banda em produção e variedade.
Som mais pop e comercial; grande sucesso na década.
Experimental e pesado; surpreendeu crítica e público.
O álbum mais vendido da banda e um dos mais icônicos do país.
Estreia de rock, ska e reggae, com "Garganta".
Power metal e música erudita, com a voz de Andre Matos.
Divisor de águas: música tribal e industrial no thrash metal.
Mais de um milhão de cópias; consolidou o som da banda.
Rock, pop e MPB, com "Malandragem".
Obra fundadora do manguebeat: rock, maracatu e crítica social.
Estreia focada em crítica social, violência policial e racismo.
Punk à Ramones com forró; cerca de 200 mil cópias.
Eletrônica, maracatu, samba e rock; outro marco do manguebeat.
Único álbum da banda; humor e paródias, sucesso de vendas.
Skate-punk e rap-rock pela legalização; disco de ouro.
Entre os 100 maiores discos da música brasileira (Rolling Stone Brasil, 2007).
Pop, funk e rock, com "Encontrar Alguém" e "Daqui pra Frente".
Clássico do metal global com música indígena e ritmos brasileiros.
Reggae e MPB, com "Onde Você Mora".
Primeira parte de um projeto duplo de sonoridade retrô.
Psicodélico e experimental; vanguarda da cena independente.
Versões intimistas com Caetano Veloso e Marina Lima.
Estreia com cerca de 250 mil cópias e "Proibida pra Mim".
Entre os 100 maiores discos da música brasileira (Rolling Stone Brasil, 2007).
Álbum do ano no Prêmio Multishow.
Experimental e pesado, com as letras sociais de Marcelo Yuka.
Mais de 250 mil cópias e "Zóio de Lula".
Forró e carimbó no punk, com "Mulher de Fases".
Rock, reggae e rap, com "Que Ves?".
Juventude e temas sociais, com "Não é Sério" e Negra Li.
Skate punk, rap e hardcore, com "Lugar ao Sol".
Álbum póstumo que reforçou a força da cantora.
Versões desplugadas; uma das maiores vendas da banda.
Evolução para um som mais complexo e maduro.
Novo capítulo com formação renovada, com "Nova Era".
Mais rock'n'roll, com "Papo Reto" nas rádios.
Consolidou o hardcore melódico, com "Dias Atrás" e "Regina Let's Go".
Metal melódico com influências brasileiras, por ex-membros do Angra.
Versões desplugadas que viraram marco na discografia.
Estreia que trouxe de volta uma voz feminina de força no rock.
Rock alternativo de protesto.
Ápice criativo: rock e MPB com arranjos complexos.
Marco do hardcore brasileiro, engajado e potente.
Rock de garagem direto, com rock clássico e blues.
Estreia baiana melancólica, pós-punk e grunge.
Disco seminal do emo brasileiro.
Levou a banda ao mainstream do emo e pop punk.
Símbolo do pop punk nacional, com rock, pop e reggae.
Álbum do ano no Prêmio Multishow.
Rock, MPB e elementos orquestrais do rock independente.
Som pesado e letras impactantes; relevante no metalcore.
Stoner, hard rock e blues rock.
Experimental e inovador; destaque do "novo rock nacional".
Marco do hardcore melódico e experimental.
Hardcore melódico direto, com riffs marcantes.
Letras poéticas que consolidaram a banda no rock independente.
Post-stoner, alternativo e progressivo.
Indie, alternativo e emocore com letras emotivas.
Álbum do ano no Prêmio Multishow.
Som pesado e energético, stoner e metal alternativo.
Álbum do ano no Prêmio Multishow.
Rock alternativo, MPB e folk.
Psicodelia orgânica entre rock, pop e MPB.
Intensidade e atmosfera; vencedor do Grammy Latino.
Post-hardcore agressivo com letras sociais.
Troca de instrumentos entre os membros; reconhecimento internacional.
Psicodelia atmosférica que lembra os anos 60 e 70.
Um dos trabalhos mais maduros da banda, sobre existência e tempo.
Indie rock melancólico e nostálgico.
Thrash com letras sobre racismo, intolerância e ativismo.
O "Rei": do iê-iê-iê da Jovem Guarda às baladas românticas.
▶ ouvirDos Mutantes à carreira solo: a "rainha do rock brasileiro".
▶ ouvirColuna vertebral do Tropicalismo no rock: psicodelia anglo-americana e experimentação de estúdio aplicadas à música brasileira.
▶ ouvirO "maluco beleza": "Metamorfose Ambulante", "Gita", "Maluco Beleza".
▶ ouvirFundiram samba, choro e rock com poesia e vida coletiva; "Acabou Chorare" é um dos maiores discos brasileiros.
▶ ouvirTeatralidade glam e poesia; o disco de estreia (1973) bateu recordes de venda e revelou Ney Matogrosso.
▶ ouvirDo Barão Vermelho à carreira solo: "Exagerado", "Ideologia", "O Tempo Não Para".
▶ ouvirA parceria Cazuza/Frejat criou clássicos do blues-rock urbano e definiu o rock de rádio dos anos 1980.
▶ ouvirLetras poéticas e críticas que viraram referências geracionais; discografia coesa mesmo após o fim, em 1996.
▶ ouvirPopularizaram a fusão de rock com reggae e ska, com repertório radiofônico e consciência social.
▶ ouvirVersatilidade e reinvenção constantes; "Cabeça Dinossauro" é o ponto de virada entre punk, crítica social e pop.
▶ ouvirMaior exportação do metal brasileiro; "Chaos A.D." e "Roots" trouxeram percussão e temas indígenas ao thrash.
▶ ouvirRock de ideias com as letras de Humberto Gessinger, arranjos engenhosos e milhões de discos vendidos.
▶ ouvirFundadores do manguebeat: maracatu, guitarras e hip-hop com crítica social; recolocaram o Nordeste na vanguarda.
▶ ouvirHardcore, rap, reggae e cultura de skate com refrões massivos que dominaram rádio e TV do fim dos 90 aos anos 2000.
▶ ouvir"Estúpido Cupido" (1959): o primeiro ídolo teen do rock brasileiro.
▶ ouvirO "Tremendão", parceiro de Roberto Carlos e pioneiro do rock brasileiro.
▶ ouvir"Menina Linda", "Feche os Olhos".
▶ ouvir"Era Um Garoto Que Como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones".
▶ ouvirA "Ternurinha" da Jovem Guarda.
▶ ouvirÍdolo romântico da Jovem Guarda.
▶ ouvirO "Príncipe"; "A Máquina Voadora" (1970) é cult psicodélico.
▶ ouvirBaladas românticas desde os anos 1970.
▶ ouvirDos Novos Baianos a "Menino do Rio".
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