Rap nacional
Desde 1988 · 88 artistasDe Thaíde & DJ Hum e Racionais a Emicida, Criolo, Djonga e BK': a crônica da periferia.
O hip-hop brasileiro cresceu nos bailes black e na estação São Bento do metrô de São Paulo. Racionais MC's deram ao gênero sua obra máxima em 1997; nos anos 2010, Emicida, Criolo e Djonga levaram o rap ao centro da cultura, e Matuê fez do trap o som mais ouvido da juventude.
Se você gosta de hip-hop consciente, boom bap ou trap, o rap brasileiro tem equivalentes diretos.
De Thaíde & DJ Hum e Racionais a Emicida, Criolo, Djonga e BK': a crônica da periferia.
Matuê e o 30PRAUM (Teto, Wiu), Veigh, L7nnon, Orochi: hi-hats e autotune em português.
As batidas deslizantes do drill de Chicago e Londres em português: Vandal na Bahia, Leall e L7nnon no Rio.
Estreia do grupo, com "Pânico na Zona Sul".
Estreia, com "Tô Feliz (Matei o Presidente)" e "Lôraburra".
O disco mais importante do rap brasileiro, com "Diário de um Detento".
O único disco lançado em vida pelo "Maestro do Canão".
Disco duplo com "Negro Drama" e "Vida Loka".
Samba e rap, produzido por Mario Caldato Jr.
Clássico cult do rap carioca.
Rap, samba, afrobeat e reggae com "Não Existe Amor em SP".
Estreia, com "Boa Noite".
Estreia em estúdio, com "Levanta e Anda".
Rap, samba e afrobeat depois de "Nó na Orelha".
O retorno do grupo após doze anos.
Gravado entre Angola, Cabo Verde e o Brasil.
O disco solo de soul e funk do líder dos Racionais.
Estreia do rapper baiano.
Rap e ritmos afro-brasileiros.
Estreia, o primeiro de um disco por ano.
Rap e soul sobre negritude; premiado em Cannes Lions com o curta "Bluesman".
Disco que firmou BK' no rap carioca.
Álbum do ano no Prêmio Multishow.
Rap, samba e MPB em diálogo com a história negra; filme na Netflix.
Terceiro disco, um por ano desde "Heresia".
O trap que quebrou recordes de estreia no Spotify Brasil.
Rap carioca de grande repercussão.
Rap sobre afeto e saúde mental.
O trap paulistano no topo das plataformas.
O retorno de Matuê, quatro anos depois de "Máquina do Tempo".
Mano Brown, Ice Blue, Edi Rock e KL Jay; "Sobrevivendo no Inferno" (1997) é o disco mais importante do rap brasileiro.
▶ ouvir"Nó na Orelha" (2011) uniu rap, samba e afrobeat: "Não Existe Amor em SP".
▶ ouvirDas batalhas de rima à Laboratório Fantasma e "AmarElo" (2019).
▶ ouvirO nome do trap brasileiro: "Máquina do Tempo" (2020) quebrou recordes no Spotify Brasil; selo 30PRAUM.
▶ ouvirPioneiros do rap paulistano: "Corpo Fechado", "Senhor Tempo Bom".
▶ ouvir"Tô Feliz (Matei o Presidente)", "Lôraburra", "Cachimbo da Paz".
▶ ouvirVocalista do Visão de Rua, considerada a primeira mulher de sucesso no rap nacional; "A Noiva de Chuck".
▶ ouvirDo Planet Hemp ao samba-rap de "À Procura da Batida Perfeita" (2003).
▶ ouvirComeçou no RZO e seguiu solo; "Não É Sério" com Charlie Brown Jr.
▶ ouvir"Rap É Compromisso" (2000); assassinado em 2003, tornou-se lenda.
▶ ouvirRap carioca com toque de bossa: "Caminho".
▶ ouvir"Pretin", "Mundo Pequeno"; uma das vozes mais influentes do rap feminino.
▶ ouvir"Boa Noite", "Tombei"; curitibana revelada no VMB 2011.
▶ ouvir"Malvadão 3" (2021) liderou as paradas.
▶ ouvir"Esú" (2017) e "Bluesman" (2018).
▶ ouvirVoz dos Racionais MC's; solo "Boogie Naipe" (2016) e o podcast "Mano a Mano".
▶ ouvirUm álbum por ano desde "Heresia" (2017); indicado ao BET Awards.
▶ ouvirTrap do 30PRAUM: "M4", "Vamo pra Vegas".
▶ ouvir"Novo Balanço", "Dos Prédios" (2023).
▶ ouvirTrap e funk carioca de grande alcance nos anos 2020.
▶ ouvir